The Man Behind the Book

Queridos leitores, hoje vamos falar um pouco menos sobre a obra e um pouco mais sobre um assunto muito menos mais interessante. O dono da caneta que escreveu a obra.

Eu sou Marcos Vinicius da Silva Leite Ferreira, 26 anos, militar, natural do Rio de Janeiro. Fã de RPG e card games desde muito cedo e um grande amante de livros, de qualquer tipo, mas principalmente fantasia e terror.

A inspiração pra escrever Crônicas Perdidas: O Despertar dos Errantes surgiu principalmente dos anos jogando RPG, mas só tomou bastante força mesmo quando, aos 20 anos, comecei a me interessar mais pelas histórias pessoais dos escritores que admiro. Descobri que muitos tiveram dificuldades no início de suas carreiras e alguns sequer possuíam alguma pretensão de viver como escritores.

Ter conhecimento dessas histórias me fez perceber que não é coisa de outro mundo escrever um livro. Claro que, tendo que trabalhar dia após dia e tendo cinco criaturinhas para cuidar (dois cães e três gatos num apartamento) o processo de criação acaba bem mais demorado do que eu gostaria que fosse. Mas no fim as histórias estão prontas e isso que importa.

Fato curioso é que até o fim desse meu primeiro livro, eu não conseguia escrever direto no computador. Sofria uma espécie de bloqueio criativo e precisava de papel e caneta para desenvolver a trama. Contudo, felizmente consegui vencer essa esquisitice e hoje consigo digitar normalmente a história direto no computador, o que me economiza algumas horas de trabalho na construção de uma primeira versão.

Quando digo primeira versão, é porque gosto de escrever primeiro toda a obra (o que chamo de primeira versão), depois releio toda ela removendo partes que não me agradam e reescrevendo outras (segunda versão) e por fim, como foi o caso de Crônicas Perdidas, realizo uma segunda releitura com o auxílio dos comentários da minha melhor e mais criteriosa fã, minha esposa (terceira versão).

Além de Crônicas Perdidas, possuo também um outro projeto (ainda em processo de criação) ambientado nos dias atuais, com uma pegada muito mais sombria e voltado para o romance policial. É um universo que chamo atualmente de “universo das trevas” (eu sei, é clichê, mas ainda não pensei em um nome melhor) e tem a finalidade de abrigar as minhas obras que misturam terror, criaturas sobrenaturais (como vampiros e lobisomens) e suspense. O primeiro livro desse universo já está em andamento e não prevê continuações ou relação direta com outros do mesmo universo.

Ainda falando um pouco sobre mim, amo café e uma boa cerveja, sempre escrevo na companhia de um dos dois. A noite também é minha companheira na maioria das vezes. No início por ser o único horário que possuía disponível e, hoje em dia, por ter se tornado uma mania um hábito.

Isso é tudo, pessoal! Quero apenas mais uma vez deixar um muito obrigado a todos que tem me acompanhado nas diversas mídias, entrado em contato e ajudado na divulgação do meu trabalho. Nada disso seria possível sem vocês.

A todos um ótimo final de domingo e uma excelente semana!

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