[REVIEW] [MG] Dead Cells!

Vinho de Sangue de Dragão (nota 4 de 5)

Gameplay Clique aqui

Dead Cells, vale a pena pagar?!

Diante de um vasto universo de games mobile repetitivos e que em enjoam em poucos dias (ou até mesmo horas, nos piores casos rsrs), fica difícil acreditar que vale a pena gastar em um desses jogos.

Mas é aqui que Dead Cells ganha seu primeiro ponto. Essa obra-prima vale cada centavo.

Para os amantes do gênero Metroidvania, este jogo entrega uma mistura perfeita entre este gênero consagrado e um pouco de Roguelike.

A primeira sensação que o game entrega é uma nostalgia devido aos gráficos belos e simples, aliados a uma trilha sonora cativante, tão característicos do gênero.

Mas não esperem por uma cópia de algum jogo qualquer, porque as semelhanças com os clássicos acabam por ai. Dando espaço à uma junção de mecânicas originais e cheias de potencial de rejogabilidade.

O game começa dando poucas dicas sobre a profunda história que esconde, entregando os outros fragmentos do enredo espalhados ao longo do game.

O jogador começa com um corpo reanimado por alguma alquimia sinistra, recebe algumas dicas sobre os comandos básicos e é jogado em túneis de uma masmorra, com o objetivo de escapar.

As fases apresentam mapas com vários inimigos, itens e locais secretos. Podendo ser exploradas minuciosamente, valorizando a busca por segredos e um combate estratégico contra os inimigos, ou ser detonada em uma corrida de ação insana e ininterrupta com saltos, golpes e esquivas.

Entre as fases existe um sistema que permite ao jogador desbloquear novos conteúdos capazes de aumentar o poder do personagem ou o arsenal disponível de ser encontrado nas fases. Aí é onde o jogo brilha mais uma vez. Pois existem recompensas especiais de acordo com o tempo demorado para concluir a fase ou de acordo com a quantidade de inimigos mortos sem receber dano. Esses bônus podem ser apenas para aquela tentativa ou persistentes ao longo de todas as partidas.

Falando nisso, está ai mais um ponto positivo do jogo (São realmente muitos pontos positivos). A cada vez que o jogador morre, ele reinicia da primeira fase, mantendo alguns dos bônus adquiridos nas vidas anteriores, apresentando pequenas modificações aleatórias nos componentes da fase e até mesmo sendo capaz de explorar áreas antes inacessíveis. Por exemplo um chefe na segunda fase pode lhe conceder um poder permanente que daria acesso a uma área secreta na primeira fase, mas você só vai descobrir isso depois que morrer e recomeçar o game.

Apesar de não oferecer um mapa totalmente interligado como Castlevania Symphony of the Night (e apesar de o design do mini mapa do jogo ser praticamente o mesmo rsrs) a sensação que o jogo passa com essa mecânica de exploração é praticamente a mesma.

Para aqueles que não ligam muito para a exploração e curtem apenas bastante ação em ritmo acelerado. O jogo tem uma pela mecânica de movimentação e esquiva, com armas dos mais variados tipos. Como os inimigos causam dano apenas com seus ataques (diferente daqueles jogos em que apenas encostar nos inimigos já causa dano ao personagem) é possível se jogar no meio de dezenas de monstros e sair ileso. Basta saber a hora certa de esquivar e encaixar os ataques com precisão.

Para os jogadores menos hardcore, o jogo apresenta um modo de ataques automático e de facilitador de esquiva, mas são mudanças que retiram um pouco do brilho do jogo e podem não valer a pena para alguns jogadores mais hardcore.

Por fim, só nos resta dizer que aqui na Taverna Dead Cells é considerado um Vinho de Sangue de Dragão (nota 4 de 5). Se o jogo fosse um pouco mais longo ou apresentasse um modo de mapa integrado como no CSotN com certeza conseguiria ser um Hidromel de Valhalla (nota 5 de 5).

Uma obra-prima prima nostálgica e original na mesma medida. Um raro achado nos dias de hoje. Podemos dar a certeza de que pouquíssimos jogadores vão se arrepender de pagar por essa perfeição de jogo.

Se quiser ver um pouco mais antes de ter certeza, assista o gameplay no nosso canal (EM BREVE).

Não esqueça de nos seguir nas redes sociais e boas aventuras!

AUTOR: O Bardo.

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